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Dificuldades para manter a atenção, esquecer tarefas simples, perder foco com facilidade ou agir por impulso podem ser sinais de alterações cognitivas que vão além de distração ou cansaço.
Na Gileade, avaliamos essas manifestações com enfoque neurológico, identificando se estão relacionadas a AVC, TDAH adulto, sequelas de trauma, alterações vestibulares, esgotamento cognitivo ou disfunções executivas
Avaliação médica individualizada, baseada em critérios clínicos e neurológicos.
Nem sempre a oscilação de atenção está ligada a distração ou rotina agitada. Em alguns casos, pode ser consequência de alterações neurológicas, cognitivas ou funcionais que afetam memória, planejamento, foco ou tomada de decisão.
Em alguns casos, alterações de atenção e funções cognitivas podem estar relacionadas a sequelas de AVC, exigindo investigação neurológica adequada.
✔ Dificuldade de concentração em tarefas simples
✔ Esquecimento frequente de compromissos, nomes ou rotinas
✔ Impulsividade, agitação mental ou irritabilidade
✔ Lentidão para pensar, planejar ou responder
✔ Dificuldade em manter hábitos, organizar atividades ou concluir tarefas
✔ Alterações após AVC, trauma craniano ou esgotamento mental
A avaliação pode incluir exames complementares, como o EEG, especialmente quando há suspeita de alterações na atividade cerebral.
Quando essas dificuldades começam a prejudicar a vida profissional, acadêmica ou familiar, é hora de investigar.
Em quadros neurológicos mais complexos, dificuldades cognitivas podem coexistir com alterações motoras, como a espasticidade, impactando a funcionalidade do paciente.
Atendimento realizado por equipe médica especializada em neurologia, em Brasília.
Dúvidas mais frequentes
Nem sempre. Muitas vertigens têm origem neurológica, muscular ou pós-traumática, e podem estar relacionadas ao cérebro, coluna, visão ou vestibular. A avaliação neurológica ajuda a identificar a causa exata.
Quando a tontura é recorrente, vem acompanhada de instabilidade, visão turva, quedas, rigidez muscular ou piora com movimento. Nesses casos, a origem pode ser neurológica e precisa de investigação especializada.
Sim. Muitos pacientes pós-AVC desenvolvem vertigem e desequilíbrio por alterações no controle motor e coordenação. O tratamento pode incluir toxina botulínica, reabilitação motora e treino funcional.
Sim. Na Gileade, utilizamos protocolos neurológicos e de reabilitação funcional que ajudam a reorganizar os movimentos, melhorar marcha, equilíbrio e controle postural.
Sim, a Gileade atende diversos convênios médicos, conforme cobertura de cada plano. Entre em contato para verificar elegibilidade.