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Nem toda tontura é apenas “pressão baixa” ou labirintite. Quando a vertigem se repete, causa instabilidade, visão turva, náuseas ou medo de caminhar, pode estar relacionada a alterações neurológicas, vestibulares ou musculares.
Na Gileade, avaliamos a causa da vertigem — se é de origem neurológica, muscular, vestibular ou pós-AVC — e indicamos protocolos terapêuticos personalizados para devolver equilíbrio, segurança e qualidade de vida.
Em alguns casos, a investigação das tonturas e vertigens pode exigir exames complementares, como o EEG, especialmente quando há suspeita de alterações neurológicas centrais.
Avaliação médica individualizada, conforme critérios clínicos e diretrizes neurológicas.
Atendimento realizado por equipe médica especializada em neurologia, em ambiente clínico estruturado, em Brasília.
A vertigem ocorre quando o cérebro recebe informações incorretas sobre a posição ou equilíbrio do corpo. Isso pode acontecer por alterações neurológicas, musculares, vestibulares ou sequelas pós-trauma ou pós-AVC.
Pacientes com histórico de AVC ou sintomas neurológicos prévios devem ser avaliados com atenção, pois o desequilíbrio pode estar relacionado a sequelas neurológicas.
Tonturas frequentes ou prolongadas
Sensação de “flutuar” ou “pisar em algodão”
Instabilidade ao caminhar, especialmente em ambientes movimentados
Sensação de giro (labirintite) ou queda iminente
Visão embaçada, náuseas ou zumbido
Desequilíbrio após AVC ou trauma
Em alguns quadros neurológicos, o desequilíbrio pode estar associado à espasticidade, exigindo acompanhamento especializado e tratamento direcionado.
Dúvidas mais frequentes
Nem sempre. Muitas vertigens têm origem neurológica, muscular ou pós-traumática, e podem estar relacionadas ao cérebro, coluna, visão ou vestibular. A avaliação neurológica ajuda a identificar a causa exata.
Quando a tontura é recorrente, vem acompanhada de instabilidade, visão turva, quedas, rigidez muscular ou piora com movimento. Nesses casos, a origem pode ser neurológica e precisa de investigação especializada.
Sim. Muitos pacientes pós-AVC desenvolvem vertigem e desequilíbrio por alterações no controle motor e coordenação. O tratamento pode incluir toxina botulínica, reabilitação motora e treino funcional.
Sim. Na Gileade, utilizamos protocolos neurológicos e de reabilitação funcional que ajudam a reorganizar os movimentos, melhorar marcha, equilíbrio e controle postural.
Sim, a Gileade atende diversos convênios médicos, conforme cobertura de cada plano. Entre em contato para verificar elegibilidade.