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Doenças Neurológicas

Excesso de Tela na Infância: O que a Neurociência Já Comprovou Sobre os Impactos no Cérebro

O excesso de exposição a telas na infância tem sido associado, em estudos científicos recentes, a alterações no desenvolvimento cerebral, especialmente em áreas relacionadas à linguagem, atenção e funções executivas. Pesquisas publicadas em revistas como JAMA Pediatrics demonstram correlação entre maior tempo de tela e mudanças na integridade da substância branca em crianças pequenas. Embora a tecnologia não seja prejudicial por si só, o uso excessivo, precoce e sem supervisão pode impactar o desenvolvimento cognitivo e emocional. O acompanhamento especializado é fundamental quando surgem sinais como atraso de fala, dificuldade de concentração ou alterações comportamentais.

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Sialorreia: quando a salivação excessiva se torna um problema de saúde

A sialorreia, ou salivação excessiva, é uma condição comum em pacientes com doenças neurológicas, como Parkinson, paralisia cerebral e sequelas de AVC. Mais do que um desconforto, ela pode causar irritações na pele, risco de broncoaspiração, infecções respiratórias e grande impacto na qualidade de vida do paciente e de seus cuidadores. O tratamento é individualizado e pode incluir acompanhamento neurológico, fonoaudiologia e, em alguns casos, o uso terapêutico da toxina botulínica para controle seguro da salivação.

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Reabilitação Neurológica Pós-AVC: por que o acompanhamento especializado faz toda a diferença

A reabilitação neurológica pós-AVC é uma etapa essencial para a recuperação funcional e a qualidade de vida do paciente. Após um Acidente Vascular Cerebral, mesmo quando há melhora inicial, podem persistir sequelas motoras, cognitivas e funcionais que exigem acompanhamento especializado.
A avaliação neurológica precoce permite identificar essas alterações, definir estratégias terapêuticas personalizadas e orientar a reabilitação de forma segura e eficaz. Quanto mais cedo o paciente é avaliado e acompanhado por um neurologista, maiores são as chances de reduzir limitações, prevenir complicações e favorecer a adaptação neurológica ao longo do tempo.

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Enxaqueca crônica: quando o uso contínuo de remédios não é mais a melhor solução

Resumo

A enxaqueca crônica é uma condição neurológica que pode comprometer de forma significativa a qualidade de vida. Muitos pacientes utilizam medicamentos para dor por longos períodos, o que pode levar a efeitos indesejados, como sobrecarga do fígado e dos rins, além de redução da eficácia ao longo do tempo.

O protocolo neurológico com toxina botulínica terapêutica surge como uma alternativa segura e eficaz no tratamento preventivo da enxaqueca crônica, com evidências científicas que demonstram redução da frequência das crises e menor necessidade de uso contínuo de analgésicos. A avaliação com neurologista é fundamental para definir a melhor estratégia terapêutica para cada paciente.

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Doenças Neurológicas

Vertigem e desequilíbrio podem ser sintomas neurológicos?

Resumo do artigo

Vertigem e desequilíbrio são sintomas comuns e podem ter diversas causas. Embora muitas vezes estejam relacionados a alterações benignas, em alguns casos esses sinais podem indicar comprometimento do sistema nervoso. Quando persistentes, intensos ou associados a outros sintomas, como dificuldade para caminhar, falar ou enxergar, é fundamental investigar causas neurológicas.

A avaliação com neurologista permite identificar a origem dos sintomas e orientar o cuidado adequado, garantindo mais segurança, diagnóstico correto e qualidade de vida ao paciente.

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Toxina Botulínica: uma aliada no cuidado da espasticidade

A toxina botulínica é um recurso terapêutico utilizado no cuidado da espasticidade com finalidade exclusivamente clínica e funcional. Indicada em casos como AVC, lesões medulares, traumatismos neurológicos, esclerose múltipla e paralisia cerebral, sua aplicação é feita de forma localizada para reduzir a contração excessiva dos músculos.

O uso da toxina botulínica pode proporcionar maior conforto, melhora da mobilidade, prevenção de complicações e facilitação da reabilitação, sempre como parte de um plano terapêutico individualizado. A avaliação e o acompanhamento com neurologista são essenciais para definir a indicação adequada e integrar o tratamento a outras estratégias de cuidado.

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Espasticidade em pacientes acamados

A espasticidade é um sintoma neurológico caracterizado pelo aumento do tônus muscular, causando rigidez, contrações involuntárias e dificuldade de movimentação. Ela ocorre quando há alterações na comunicação entre o cérebro, a medula espinhal e os músculos, sendo comum em pacientes acamados, especialmente após doenças neurológicas como AVC, lesões medulares e traumatismos cranianos.

Em pessoas que permanecem longos períodos no leito, a espasticidade pode gerar dor, desconforto, dificuldade nos cuidados diários e aumento do risco de contraturas e deformidades. O acompanhamento especializado é fundamental para prevenir complicações e promover mais conforto e qualidade de vida.

O manejo da espasticidade envolve uma abordagem multiprofissional, com atuação integrada do neurologista, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e cuidadores, sempre respeitando as necessidades individuais de cada paciente.

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